Conheça o Lumi
Uma criaturinha de luz âmbar que mora no app e cresce um pouquinho a cada registro — diário, atividade ou questionário. O primeiro gesto é um batismo: quem dá o nome é o paciente.
Nasce faísca. E só cresce.
Cinco estágios, sempre para a frente. Ele nunca murcha, nunca apaga, nunca regride.
Gamificação desenhada ao contrário
Sem sequência que zera, sem mascote que murcha, sem culpa disfarçada de incentivo. Cada decisão protege duas coisas: o paciente e o dado clínico.
O humor não pontua
Dia leve e dia difícil valem exatamente a mesma luz. Conta o ato de registrar, nunca o humor registrado — o dado que chega até você continua honesto.
Ele nunca lê o diário
As notas são criptografadas: o Lumi sabe que o paciente escreveu, nunca o quê.
Se o paciente se afasta, ele dorme
Sereno, guardando tudo. Sem cobrança, sem "você perdeu tudo" — a volta é o momento mais caloroso do app.
Desliga com um toque
Quem preferir ficar sem gamificação desativa tudo — e o diário segue funcionando exatamente igual.
“eu não sei o que você escreveu. sei que escreveu. isso me basta.”
E pelo caminho, ele revela
Cada estágio abre pequenas surpresas, na hora certa — a gente revela, não promete.
Assim ele vive no app
Telas reais do app do paciente: o Lumi em casa, o cartão de compartilhar e a conversa que explica as regras.




